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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

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hoje vi outra vez este episódio da série Anatomia de Grey. E adorei outra vez.. É lindo!!!
sinto-me:

publicado por lindjona às 00:12

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Domingo, 27 de Abril de 2008

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lembrem-se como foi

25 Abril 2008 | por Fernanda Câncio

 

Às vezes apetece-me agarrar em certas pessoas e levá-las numa viagem no tempo. Há filmes para isso, e até séries de TV - do Conta-me como Foi aos domingos na RTP1 à Guerra, o espantoso documento de Joaquim Furtado sobre a guerra colonial que está de novo a ser transmitido pela RTP2. Mas sei que não funcionam. Nem funcionaria, sequer, uma viagem aos anos pré-1974. Se nem a memória funciona para quem os experimentou, como esperar que alguma coisa funcione?

Quando oiço ou leio elogios a Salazar e ao “outro tempo” a gente que tem idade para se lembrar, fico estupefacta. Nunca deixa de me espantar que se considere que “se vivia melhor” ou “havia mais segurança”. É que não é uma questão subjectiva: não me venham com questões subjectivas. Nada há mais objectivo que os indicadores do Instituto Nacional de Estatística, e a forma como nos últimos 34 anos as provas do bem-estar dos portugueses aumentaram de modo quase milagroso. A mortalidade infantil e materna, por exemplo: passámos de um índice de país do Terceiro Mundo para um dos mais honrosos da UE. A esperança de vida. A electricidade, a água canalizada, as casas de banho dentro das casas. A quantidade de jovens que conseguem aceder ao ensino superior. Quem acha que isso não tem nada a ver com a democracia e que era inevitável deve questionar-se, por exemplo, sobre o motivo pelo qual em quase todos os países totalitários, independentemente da sua riqueza, a maioria das pessoas vive tão mal.

Porque antes da democracia a esmagadora maioria dos portugueses vivia mal. Havia miséria como não há, nem por sombras, hoje. Havia pobreza como não há, nem por sombras, hoje. Há gente a viver mal hoje, idosos com reformas miseráveis. Mas antes da democracia não havia sequer reforma garantida para todos - lembram-se? E podia não haver carjacking - não havia sequer carros que chegassem para isso - mas havia tropa obrigatória, lembram-se? E minas nas picadas, e emboscadas na selva. Quantos portugueses morreram, obrigados, na guerra? Quantos voltaram deficientes? Quantos tiveram de fugir para não serem enviados para África? Quantos fugiam, “a salto”, para tentar uma vida melhor no estrangeiro? Quantos morriam de medo de dizer alguma coisa errada que os levasse a serem considerados anti-regime, a perder o emprego, a serem presos? Era seguro, ser português? Era seguro, viver numa ditadura?

Há, claro, sonhos que se perderam e traíram. Não somos todos felizes - mas só nos cartazes das ditaduras toda a gente sorri. Os amanhãs cantaram, mas desafinados para muitos ouvidos. Desafinam ainda, e ainda bem - porque agora depende tudo de nós, e cada voz canta diferente. Sobretudo, não me digam que “há medo de falar” nem usem a palavra “fascismo” a torto e a direito. Porque é ridículo, demasiado ridículo, mas porque, sobretudo, é um insulto a todos os que realmente souberam o que era ter medo e viver num regime totalitário, todos os que no “dia inicial, inteiro e limpo” de Sophia se sentiram, enfim, inteiramente inteiros.

 

(retirado do blogue 5 dias)

sinto-me: de acordo

publicado por lindjona às 01:42

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Eu também quero agradecer

 O Agradecimento

 retirado do blogue http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/

 

sinto-me:

publicado por lindjona às 15:16

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sinto-me: livre

publicado por lindjona às 01:48

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A Sinistra...... pessoa

 

Aqui fica para todos poderem ver. Isto é daquelas coisas que só vistas, contadas ninguém acredita.

Sob a capa de um blogue uma pessoa que não me conhece ameaça-me e insulta-me. E porquê? Porque tive a ousadia, imaginem, de , no MEU blogue, colocar um post que não terá agradado a esta sinistra pessoa. Vai daí achou-se no direito de fazer um comentário (que de comentário nada tem) a esse post. Como eu coloquei esse pseudo comentário aqui no meu blogue, decidiu ir mais longe e enviar para o meu endereço electrónico estas pérolas que aqui vos deixo. Para que saibam que antes de visitarem o blogue A Sinistra Ministra devem pensar duas vezes. Ou correm um sério risco: o de serem insultados, caluniados e ameaçados.

Penso encerrar aqui esta novela mexicana, mostrando assim a minha superioridade em relação a uma pessoa que insiste até ao último momento em acusar-me de uma coisa que nunca fiz.

Será apenas por causa do post???

 

fromA Sinistra Ministra <sinistraministra@gmail.com>
toanalee8@gmail.com,

dateTue, Apr 22, 2008 at 3:27 PM
subjectJá que não me permitiu comentar no seu blogue
mailed-bygmail.com

hide details Apr 22 (2 days ago) Reply

 

Ana Maria Dias,  professora na Escola secundária da Amadora,

ter conhecimento de quem nos visita não é pidesco. Agora, andar nos blogues dos outros a insultar isso é que já não é bonito ... sobretudo quem o faz de modo anónimo. E pior, não a conheço de lado algum pelo que considero muito estranhos o seu comportamento.
Não tenciono voltar aqui. Espero que nos deixe livres dos seus comentários cobardes.
Reenvio para todos os colaboradores do blogue A Sinistra Ministra para que tomem conhecimento.
Passar bem.

 

 

fromAna Dias <analee8@gmail.com>
toA Sinistra Ministra <sinistraministra@gmail.com>,

dateWed, Apr 23, 2008 at 9:59 PM
subjectRe: Já que não me permitiu comentar no seu blogue
mailed-bygmail.com

hide details Apr 23 (1 day ago) Reply


Eu permiti e continuo a permitir que faça comentários no meu blogue. Qualquer pessoa o pode fazer. Caso contrário não tinha caixa de comentários. Não tenho por hábito insultar ninguém. Realmente vê-se que não me conhece. O insulto vem de si ao afirmar que eu ando nos blogues dos outros a insultar. Gostava que me provasse isso com factos e que não se ficasse por cobardes insinuações.
Agora vou explicar-lhe, pois parece não ter percebido, o que achei pidesco no seu pseudo comentário. Digo pseudo comentário porque não se tratou propriamente de comentar o conteúdo do post. Tratou-se apenas de uma ameaça velada (tal como esta) ilustrada por uma lista pormenorizada das visitas que fiz ao seu blogue no dia 20 de Abril de 2008. Não era necessário dar-se ao trabalho, tinha-me perguntado que eu dizia-lhe. Não costumo fazer nada "pela calada da noite". Assim como o meu nome e profissão. Perguntava-me e eu dizia-lhe. Escusava, sei lá, de ter andado, sabe-se lá por onde, para descobrir essas informações. É essa veia de "informador"que eu considerei e continuo a considerar PIDESCA. E outra coisa, como já lhe disse no comentário que fiz ao seu comentário: VOU CONTINUAR A VISITAR O SEU BLOGUE AS VEZES QUE QUISER. SOU LIVRE E VIVO NUM PAÍS LIVRE!!!
E por falar em liberdade, bom 25 de Abril para si.
Já agora, diga-me lá o seu nome e profissão. É que eu não tenho essa veia de informadora que a si lhe cai que nem uma luva.
 
Passar bem pra si também
 
ANA

 

fromA Sinistra Ministra <sinistraministra@gmail.com>
toAna Dias <analee8@gmail.com>,

dateWed, Apr 23, 2008 at 10:15 PM
subjectRe: Já que não me permitiu comentar no seu blogue
mailed-bygmail.com

hide details Apr 23 (1 day ago) Reply


então, divirta-se. evite os comentários anónimos já que é uma pessoa tão recta. mas se quiser continuar, continue. Para mim, há exercícios engraçados e este foi um deles.
fique bem.

sinto-me:

publicado por lindjona às 01:13

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Dia do Livro

Literatura: Sócrates expressa reconhecimento do Estado português a Saramago

23 de Abril de 2008, 19:44

 

Lisboa, 23 Abr (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, manifestou hoje ao escritor José Saramago o reconhecimento do Governo e do Estado português por tudo o que ele tem feito pelo prestígio da Língua Portuguesa e de Portugal.

Sócrates falava na inauguração de uma exposição sobre a vida e obra do Prémio Nobel português da Literatura, intitulada "A Consistência dos Sonhos", na Galeria D.Luís I, do Palácio da Ajuda, onde compareceu acompanhado de vários ministros do seu Executivo.

"Estou aqui com grande prazer pessoal mas, mais do que isso, estou aqui também para cumprir um dever e para publicamente afirmar, em nome do Governo português, do Estado português e (tenho a certeza) interpretando o sentimento do povo português, manifestar o reconhecimento por tudo o que José Saramago tem feito em prol do prestígio da Língua Portuguesa e em prol do prestígio de Portugal", declarou.

ANC/FC.

Lusa/Fim

 

Foi com agrado que li esta notícia.

Boa forma de comemorar o dia do Livro.

sinto-me:

publicado por lindjona às 22:20

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ASA (ASHA)

Não conhecia. Tive o prazer de conhecer ontem no Santiago Alquimista. Excelente concerto.
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=203393653
sinto-me: bem

publicado por lindjona às 22:09

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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Comentário ao meu post: Será preciso um desenho?

Comentários:
De A Sinistra Ministra a 20 de Abril de 2008 às 22:47
Senhora Dona que não conheço de lado nenhum,
deixe lá o blogue da sinistra em paz. Não terá vida própria?

Bom ... para memória futura:

Referrer http://aritinha.blogs.sapo.pt/
Host Name 234.51.54.77.rev.vodafone.pt
IP Address 77.54.51.234 [Label IP Address]
Country Portugal
Region -
City -
ISP Gprs Pools
Returning Visits 10
Visit Length 7 mins 37 secs
VISITOR SYSTEM SPECS
Browser IE 7.0
Operating System WinXP
Resolution 1280x800
Javascript Enabled
Navigation Path
Date Time Type WebPage
20th April 2008 22:33:48 Page View aritinha.blogs.sapo.pt/
www.sinistraministra.blogspot.com/
20th April 2008 22:33:49 Page View aritinha.blogs.sapo.pt/
www.sinistraministra.blogspot.com/
20th April 2008 22:35:22 Exit Link http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7216075622954575741&postID=4208158835663113178&isPopup=true
20th April 2008 22:40:37 Page View aritinha.blogs.sapo.pt/
www.sinistraministra.blogspot.com/
20th April 2008 22:40:37 Page View aritinha.blogs.sapo.pt/
www.sinistraministra.blogspot.com/
20th April 2008 22:41:25 Exit Link http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7216075622954575741&postID=4208158835663113178&isPopup=true
Agora sim estou convencida que a liberdade corre perigo no nosso país!!!
Para os ratos que para aí andam vai este poema:
Variações sobre
O POEMA POUCO ORIGINAL DO MEDO
de Alexandre O'Neill

Os ratos invadiram a cidade
povoaram as casas os ratos roeram
o coração das gentes.
Cada homem traz um rato na alma.
Na rua os ratos roeram a vida.
É proibido não ser rato.

Canto na toca. E sou um homem.
Os ratos não tiveram tempo de roer-me
os ratos não podem roer um homem
que grita não aos ratos.
Encho a toca de sol.
(Cá fora os ratos roeram o sol).
Encho a toca de luar.
(Cá fora os ratos roeram a lua).
Encho a toca de amor.
(Cá fora os ratos roeram o amor).

Na toca que já foi dos ratos cantam
os homens que não chiam. E cantando
a toca enche-se de sol.
(O pouco sol que os ratos não roeram).

                              Manuel Alegre


sinto-me:
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publicado por lindjona às 02:41

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Sábado, 19 de Abril de 2008

GNR+GNR....

.......e quando cheguei a casa Simply Red na RTP2.

Noite de boa música.

 

sinto-me: bem

publicado por lindjona às 02:21

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Será preciso um desenho???

Parece que algumas pessoas não perceberam o meu post anterior.

Passo a explicar: o que é vergonhoso não é o facto de estarem contra o governo. O que é vergonhoso é mascararem esse sentimento de descontentamento (legítimo em democracia) por baixo da capa de uma classe profissional. Vivemos num país democrático. Arranjem alternativas, formem um novo partido, mas NÃO SE ESCONDAM SOB A CAPA DE UMA CLASSE PROFISSIONAL!!!

Isso sim é vergonhoso!!!

sinto-me:
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publicado por lindjona às 02:12

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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Finalmente......

Começou oficialmente a campanha eleitoral dos professores contra o PS, com o slogan:

“VOTA À DIREITA OU À ESQUERDA! NÃO VOTES PS!”

Este bonito slogan faz parte de um blogue dito de professores revoltados e indignados contra este processo de avaliação de desempenho. Tretas!!!

Finalmente deixaram cair a máscara. Não é contra este processo de avaliação (ou outro qualquer) que estão contra. Estão contra este governo desde o primeiro dia. Finalmente tiveram a dignidade (já que falam tanto dela!) de assumir publicamente isto.

É vergonhoso.

sinto-me: vou beber um chazinho

publicado por lindjona às 01:19

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Domingo, 13 de Abril de 2008

Começou a guerra civil!!!!!!!!!!

 

sinto-me: perdida de riso

publicado por lindjona às 16:34

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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
O princípio de Peter com pernas

O líder do PSD, Luís Filipe Menezes, criticou hoje a decisão do primeiro-ministro, José Sócrates, de escolher as questão da energia para tema do debate quinzenal na Assembleia da República. “Quando os problemas do país são centrais, nucleares do ponto de vista daquilo que é o futuro, o nosso primeiro-ministro fala de barragens, de política externa ou de ‘fait-divers’ do género”, disse.

Menezes é o princípio de Peter com pernas. A energia um fait-diver? Só mesmo quem não sabe nem tem nada para dizer é que pode esperar ser primeiro-ministro com declarações destas. Mais a mais, na mesma semana em que o seu partido perdeu um dia inteiro a discutir a magna questão da contratação de uma jornalista por uma produtora independente que vai emitir uns documentários na RTP.


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publicado por Pedro Sales às 13:51
(retirado do blogue Zero de Conduta)
sinto-me:
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publicado por lindjona às 15:03

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Sábado, 12 de Abril de 2008

Acordo 

"Forçada" a fazer um acordo, Maria de Lurdes Rodrigues conseguiu salvar o essencial, ou seja, o sistema de avaliação de desempenho dos professores. Alguns adiamentos e um novo escalão remuneratório foram a moeda de troca com os sindicatos. O dinheiro sempre ajuda!
sinto-me:

publicado por lindjona às 14:54

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No 5º aniversário da ocupação do Iraque

sinto-me:
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publicado por lindjona às 13:45

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Sábado, 12 de Abril de 2008

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O acórdão n.º 184/2008 do Tribunal Constitucional — como aqui se referiu — dá sopa, em praticamente toda a linha, às pretensões dos sindicatos de professores. Há uma única excepção, relativa a uma norma transitória, que foi considerada inconstitucional por uma pequeníssima margem dos juízes do Palácio Ratton.

Quanto ao resto, o acórdão destrói a tese oficial da FENPROF sobre o concurso para professor titular. Qualquer pessoa que leia o acórdão na íntegra percebe que o seu sentido consiste em “validar” o novo Estatuto da Carreira Docente.

Pois bem, de que forma é que o Público noticia este acórdão? Chamando à primeira página, com enorme destaque, a referida norma transitória que foi, por escassa margem, considerada inconstitucional.

Pior: na primeira página nada se diz quanto ao resto do acórdão, não se refere que o Tribunal Constitucional recusou várias outras supostas ou alegadas inconstitucionalidades, nem se dá minimamente a entender que o acórdão versava também sobre outras questões.

Ou seja, só se menciona, exclusivamente, a parte (marginal) em que o Tribunal considerou haver uma inconstitucionalidade e não se mencionam as diversas outras questões que considerou não violarem a Constituição. Apresenta-se como vitória judicial da FENPROF aquilo que foi uma derrota judicial de quase todos os argumentos que a FENPROF utilizou contra o concurso para professor titular.

Pior ainda: na manchete só se dá voz à FENPROF e às suas intenções, sem dar a versão do Ministério da Educação.

Isto é que é jornalismo sério? Não, isto é jornalismo enviesado, parcial e com intuitos políticos, que manipula a informação e escolhe cirurgicamente a versão dos factos que mais lhe convém, para passar uma ideia diferente da realidade; que não noticia aquilo que não serve os seus interesses; e que só dá destaque a uns protagonistas e não a outros (sendo que a FENPROF nem sequer era parte neste processo).

Será que os leitores que compram o Público (e mesmo aqueles que se aproveitam da sua distribuição gratuita nos supermercados Continente) não se sentem ludibriados por este “jornalismo” à margem dos mais elementares princípios deontológicos?

 

 

(mais uma vez retirado do blogue Câmara Corporativa)

sinto-me: mais 1 vez de acordo

publicado por lindjona às 16:23

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Sábado, 5 de Abril de 2008

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A palavra é prata, o silêncio é ouro¹




Mário Nogueira costuma aparecer sempre tão ufano em alardear supostas vitórias judiciais da FENPROF. Acontece que, quando se vai a ver, as “vitórias” são meros efeitos automáticos decorrentes da entrega de uma petição inicial, os quais não implicam qualquer decisão jurisdicional, nem envolvem sequer qualquer pronunciamento ou juízo de (i)legalidade efectuado por um juiz — sendo que, por regra, quando o tribunal efectivamente acaba por se pronunciar sobre o mérito da causa, é no sentido de fazer reverter o tal efeito automático.

Mas o antigo mandatário nacional da candidatura presidencial de Jerónimo de Sousa fecha-se em copas quando os tribunais decidem — como se tem vindo a revelar comum — dar sopa às pretensões da FENPROF.

Foi o que aconteceu recentemente, através do acórdão n.º 184/2008 do Tribunal Constitucional do passado dia 12 de Março.

Na sequência da polémica gerada em torno das alterações ao Estatuto da Carreira Docente, que criaram a categoria de “professor titular”, houve um conjunto de deputados da oposição que, cavalgando a onda criada pelos sindicatos, decidiu remeter a questão ao Tribunal Constitucional.

Esses deputados invocaram todo um rol de violações de princípios constitucionais (igualdade, proporcionalidade, confiança jurídica, reserva de lei, etc.) e, relativamente a todos eles, o Tribunal veio dizer que o diploma em causa não suscitava quaisquer problemas, nem violava a Constituição. Com uma única excepção, relativa a um pormenor muito específico (sobre professores incapacitados por motivo de doença) e, ainda assim, com um vasto número de votos de vencidos quanto a esta questão, que, de resto, só se aplicava ao concurso excepcional para professor titular, que já decorreu — e, portanto, não tem, hoje em dia, qualquer efeito prático.

Quanto a tudo o resto, o Tribunal deita por terra as pretensões de inconstitucionalidade. Veja-se:
    Quanto à existência de quotas para a atribuição da classificação de Muito Bom e Excelente: “não pode recusar-se que o sistema de quotas instituído pela norma questionada se apresenta como um instrumento de gestão de recursos humanos adequado à diferenciação do desempenho dos docentes”.

    E, ainda, sobre o mesmo assunto: “a imposição de quotas nas classificações máximas dos docentes não constitui um obstáculo a que possa ser avaliada toda a actividade por eles desenvolvida e que essa actividade se repercuta na progressão na carreira”.

    Quanto à invocada violação do princípio da igualdade: "A norma do artigo 46.º, n.º 3, do Estatuto não viola o princípio da igualdade, pelo simples facto de prever a fixação de percentagens máximas para a atribuição das classificações de Muito bom e Excelente”.

    Quanto à suposta restrição de direitos fundamentais: “não se vê como é que a norma questionada possa ser entendida como uma norma restritiva de um direito”.

    Quanto à alegada violação do princípio da reserva de lei: “tal avaliação, nos termos em que é regulada pela norma questionada, não se afigura como uma afectação negativa do bem jurídico que é protegido pelo artigo 47.º, da Constituição, não estando por esse motivo sujeita a reserva de lei”.

    Quanto à invocada violação do princípio da proporcionalidade: “a solução encontrada pelo legislador não viola o princípio da proporcionalidade (em sentido amplo, compreendendo os princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade em sentido estrito)”.

Em suma, muitos dos argumentos analisados — e rebatidos — pelo Tribunal Constitucional correspondem àquilo que foi a argumentação utilizada recorrentemente pelos sindicatos para combater o Estatuto da Carreira Docente. Importa que se diga agora, então, que os sindicatos não tinham e não têm razão. Tribunal Constitucional dixit.

E onde pára Mário Nogueira agora? Por que não se apressa ele a ir para as televisões falar deste acórdão?

¹ Provérbio chinês.

(retirado do blogue Câmara Corporativa)

sinto-me: completamente de acordo

publicado por lindjona às 15:43

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