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Terça-feira, 18 de Março de 2008

Excelente artigo de MST

http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/267545

sinto-me: LIVRE!!!!!!
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publicado por lindjona às 21:42

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Sábado, 18 de Agosto de 2007

GOSTO DESTA MULHER.....

 

 

Ó DA GUARDA QUE EU TAMBÉM 'DESINFORMEI' NA WIKIPÉDIA

Fernanda Câncio
jornalista
fernanda.m.cancio@dn.pt
      

 

Imagine o leitor que um belo dia descobre que alguém "abriu" uma página sobre si numa enciclopédia electrónica online que dá pelo nome de wikipédia. E que aquilo que lá se lê não é exactamente aquilo que se esperaria de uma entrada enciclopédica. Por exemplo, estão lá escritas inverdades, insinuações de vária ordem, e até, por exemplo, autênticas calúnias. O que é que faz? Tem três hipóteses: a) encolhe os ombros e repete "é a vida"; b) decide colocar um processo judicial aos responsáveis; c) procura apagar ou corrigir a entrada em causa.

Ora "entrar" (no sentido de alterar) na wikipédia, consultada por milhões de pessoas no mundo como fonte de informação fidedigna, é muitíssimo simples. Nem é preciso fazer qualquer registo: é chegar à página e editá-la. É que a wikipédia ("wiki" para os "iniciados") é uma enciclopédia "democrática", feita por toda e qualquer pessoa. Para abrir entradas na wiki, como lhe chamam os iniciados, basta fazer um registo. Pode registar-se no nome que lhe apetecer. Quase todos os "membros" da wiki se registam com nomes que não permitem qualquer identificação. O único instrumento de credibilização desta enciclopédia, que funciona em várias línguas, é uma rede de "administradores", eleitos pela "comunidade wiki", que detêm os chamados "privilégios do sistema": podem bloquear páginas - impedir que sejam alteradas por alguém que não um administrador - e colaboradores (no caso de serem considerados vândalos). Tendo isto em conta, é um milagre que haja na wiki tanta informação fiável.

Como é que sei isto tudo? Porque já me aconteceu o que descrevo no primeiro parágrafo deste texto. E escolhi a terceira hipótese: entrei na wiki, apaguei a página e entrei em contacto com os administradores, solicitando-lhes um apagamento definitivo. A minha acção deu origem a uma acesa discussão na página relativa à entrada em meu nome e na "esplanada" da wiki (fórum aberto a todos) em que não faltou quem me acusasse de ser uma "censora" e uma "vândala" (e, claro, uma inimiga da liberdade de expressão) por apagar inverdades, calúnias ou intromissões na minha vida privada - apesar de o ter feito assumindo o meu nome e em total transparência. Os administradores da wiki acabariam por proceder, após votação, à alteração da página para uma versão minimamente objectiva, tendo-se fixado alguns critérios para a wiki lusófona a partir do caso. Mas que alguém, ao corrigir ou apagar deturpações e/ou insinuações ou devassas sobre si numa página aberta à intervenção de todos, possa ser acusado de "censurar" , "desinformar" ou "atentar contra a liberdade" é bem a medida do delírio instalado. Se calhar até devia haver uma lei contra as pessoas que se ofendem com calúnias, boa?|

 

 DN, 17 de Agosto de 2007

 

sinto-me: cada vez mais livre

publicado por lindjona às 14:14

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Sábado, 21 de Julho de 2007

Sem título....

Este é Marques Mendes, vítima de guerrilha política.

 

Este é Belmiro de Azevedo, viu a OPA por um canudo.

Este é um grupo de jovens asfixiados pela falta de liberdade de expressão.

 

 

Este é o professor Balbino, vítima da justiça portuguesa.

 

Este é um funcionário público, não o deixam chamar nomes à mãe do primeiro ministro.

 

Este é o Napoleão, está preso por ter mijado no computador da dona.

 

E esta é uma televisão privada apostada em derrubar um governo.

 

 

sinto-me: cada vez mais livre

publicado por lindjona às 02:19

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Domingo, 8 de Julho de 2007

UM ARTIGO MUITO BOM

Sábado, 7 de Julho de 2007

Um país de cagões?

"De repente, acordámos e o país é outro. O clima de medo e delação está instalado. Na função pública principalmente, mas não só."

São José Almeida, PÚBLICO, 07-07-2007


Abre-se um jornal e lá vem mais um, escrever que o medo está instalado em Portugal; que este é um país de delatores, escondidos que nem piolhos ou percevejos, em cabeleira postiça ou frincha de cadeira de café rasca.

A malta já não pode ir ao café!

È que ir ao café sem poder contar e ouvir umas anedotas, não dá!

Ao ler o que ultimamente se escreve nos jornais sobre o medo que existe em Portugal, perde-se a vontade de falar, de dizer mal, de matar tempo com conversa fiada.

Conversa sem dizer mal de politico, não é conversa.

E boa conversa, só mesmo à mesa do café.

Mas agora não dá! É o medo!

O medo do olhar carrancudo do tipo de ar fechado que costuma parar na mesa ao lado da nossa sem pestanejar, quando nós nos rimos que nem desalmados, da última anedota da UNI, do deserto da margem sul; da charrua que depois de pegar, nem quer que lhe falem em parar; da terra do Padre Autarca que demorou um ano a dar conta de um insulto; do médico artista que afixou umas bocas desdentadas do Chefe da Saúde na Unidade de Saúde da terra onde trabalha!

Já não vamos ao café!
Não falamos no local de trabalho!
Na rua, andamos sempre de passo apressado, desconfiados de que alguém nos esteja a perseguir!

Deixámos de falar ao telefone, com medo das escutas!
Televisão? Nem vê-la, não vão do lado de lá, ouvir as nossas lamentações da falta de dinheiro e da culpa do governo por essa míngua.

Já não são só os da margem sul!... Também nós, os do outro lado, nos sentimos quem nem camelos! Andámos para aqui cheios de medo de delatores prontos a montar às nossas costas, à custa das queixinhas que de nós estão prontos a fazer ao chefe do partido, responsável pelas nomeações, promoções na carreira, manutenção dos nossos empregos, enfim, garante do nosso bem-estar e lda nossa liberdade!...

Acabaram-se as blasfémias contra os senhores que mandam.

Desconfio muito, ou aqueles barrigudos que costumam deambular pelas esquinas das nossas Vilas, não são mais que guardiões do politicamente correcto, com aparelhos de escuta disfarçados naquelas proeminentes barrigas.

Claro! Ou haverá quem acredite que aquelas barrigas são mesmo verdadeiras?

Medo, mais medo e sempre medo.

È o que está a dar!

Ter medo. E dizer-se perseguido, politicamente, claro.

Haja paciência.

Onde estão esses delatores? Quem tal denuncia, porque não põe os nomes aos bois? Porque se ficam pela especulação? Pelo diz que se diz?


Será o Governo tão eficaz que não se lhe pode fazer outra oposição que não seja criar fantasmas?

Ou esta do medo, é moda que pegou, depois de uma certa OPA não ter dado o que o dono de um jornal queria?

Não será, o falar-se do medo que não se vê, não se têm, nem se sente que exista, esconder o medo de alguns, à não submissão do poder politico ao poder económico?

Esta campanha do medo não será o estrebuchar de um certo poder económico, habituado a mandar e a ditar regras ao poder político?

Não é a reacção daquele poder que hà uns anos, dizia que não recebia recados do Governo, mas antes, que os dava?

E os escribas do medo, não estarão eles ao serviço desse poder?

Os jornalistas não terão perdido a sua independência, não em face do poder político, mas do poder económico que controla os jornais onde trabalham?

Mas é sempre mais fácil falar de medo, de delatores, de perseguição, de ditadura e outras coisas que tais…do que falar de interesses instalados que não estão contentes com a independência do poder politico face ao poder económico.
Pequeno país este que tais cagões tem…

Retirado do blogue:  PENA-FIEL

sinto-me: cada vez mais livre

publicado por lindjona às 03:01

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