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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

O que os outros pensam sobre a avaliação dos professores e outras coisinhas relacionadas...........

 1/4 de quilo de razão? in Máquina especulativa

 Faltas, manifs e sensatez in Jugular

ALTERAÇÕES TÁCTICAS?

Antes do Verão o líder da Frenprof era visto em tudo quanto era local onde Sócrates ia, tanto abusou da estratégia que teve que desistir, começava a enjoar. O líder da Frenprof e os professores do PCP desapareceram.

Agora são os "pioneiros" que fazem esperas à ministra da Educação para lhe atirar ovos, tornando impossível qualquer deslocação a uma escola.

Estamos perante duas tácticas idênticas protagonizadas e organizadas pelos mesmos, em comum têm o sinal da intolerância, o desrespeito pelas ideias diferentes, a intenção de desestabilizar o sistema de ensino.

É tempo de o PCP assumir publicamente aquilo que faz e que agora chegou ao extremo de usarem crianças e jovens com objectivos políticos, como tropa de choque só porque os truques do líder da Fenprof começaram a ficar evidentes.

retirado do blogue O Jumento

 

 A ralé não pode passar impune in Combustões

 

 Terreiro do Paço. Manifestações in Hoje há conquilhas

 João Pinto e Castro, Uma coisa de cada vez

Confirma-se que o PSD tem um modelo de avaliação dos professores

 Alberto João Jardim ficou horrorizado ao estudar o modelo de avaliação do desempenho dos professores. Só por cima do cadáver do chefe local seriam instituídos “mecanismos de controlo marxista” na pérola do Atlântico, informa o jornal gratuito pago pelo Governo Regional. Alberto João explica-se: “Não quero que a Região, que o meu país Portugal, ande a fazer experiências marxistas do Chile do tempo de Salvador Allende”.

Pois bem, para evitar o contágio à Madeira dos “mecanismos de controlo marxista”, o presidente do governo regional decidiu, por portaria, avaliar com “bom” todos os professores que exercem funções no arquipélago. Não há cá as menções de “muito bom” ou “excelente” — e os professores comeram e calaram.

O PS viu uma janela de oportunidade para embaraçar a Dr.ª Manuela. Só que, no estado em que está, o PSD já nem sequer se atrapalha com minudências.

Como reagiu o PSD ao modelo de avaliação de Alberto João? Desatou a rir? Demarcou-se? Não. Eis a posição do PSD enunciada pelo deputado Pedro Duarte:

    • Em primeiro lugar, subscreve “na íntegra essa afirmação” de crítica às experiências marxistas;
    • Depois, afirma que Alberto João “[f]az bem em não aplicar um modelo idêntico, tem, felizmente, uma estrutura própria e, portanto vai aplicar um modelo diferente” [a tal portaria].

Agora, o que há a fazer é a Fenprof exigir a aplicação da portaria regional ao contenente.

 retirado do bloge Câmara Corporativa

 

 Uma nota sobre a avaliação de professores do básico e secundário in O valor das ideias

 

Que dizeis e quereis? in Aspirina B

 

 Deixem-nos ser professores in Máquina especulativa

 

José Pacheco Pereira, ALGUNS MITOS CORRENTES SOBRE A LUTA DOS PROFESSORES

 
«O mito de que os professores "querem ser avaliados", repetido à saciedade pelos órgãos de comunicação social, assenta no facto de os professores dizerem que "querem ser avaliados". No contexto actual não podiam dizer outra coisa, porque dizerem que não queriam ser avaliados daria uma imagem de privilégio e de fuga às responsabilidades. Há no entanto professores que dizem uma coisa diferente, com menos sucesso comunicacional: a de "que já são avaliados", ou de que "foram sempre avaliados", o que são maneiras distintas de falar da avaliação, com implicações diferentes. Mas estas últimas fórmulas não têm o sucesso da que "querem ser avaliados".
 
Ora qualquer estudo sobre o comportamento de grupos profissionais funcionalizados e sobre sociologia das organizações dirá que ninguém (ou a maioria) alguma vez desejará substituir um sistema de progressão na carreira sem riscos (como a antiguidade) por outro que contenha riscos, que implique provas, exames, controlo pelos pares, hierarquia. Numa profissão só uma pequena minoria pode desejar a avaliação com risco se isso significar melhores condições de trabalho e melhores salários. Essa minoria é normalmente mal vista pela maioria. Quando se aplicou o sistema Taylor nas fábricas, os operários que aceleravam os ritmos de trabalho eram mal vistos (e às vezes espancados) porque mostravam que um parafuso podia ser feito com muito menos tempo do que a média de tempo usada pela maioria.»
 
 
Manual de guerrilha distribuído aos professores

 

 

Num site de professores intitulado ProfAvaliação, dão-se instruções precisas de como boicotar a avaliação. Numa das entradas [Que fazer amanhã?], pode ler-se o seguinte:

    7. Não entregar os objectivos individuais. A única coisa que pode acontecer aos professores que não entregarem os objectivos individuais é sujeitarem-se a que sejam os avaliadores a fazê-lo.

    8. Não estabelecer quaisquer acordos sobre calendário de assistência a aulas. Os avaliados devem dizer apenas: a minha sala está aberta; entre quando quiser. Ter sempre um teste ou ficha preparada. Quando o avaliador entrar na sala para assistir à aula, aplicar o teste ou a ficha.

Fazer testes aos alunos para não se ser avaliado… Julgo que é a isto que se chama profissionalismo e dedicação às pequenas cobaias que diariamente os pais confiam às escolas.

retirado do blogue Câmara Corporativa

 

depois disto a greve contra os papéis in 31 da Armada

 

 

 


publicado por lindjona às 01:21

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4 comentários:
De Porfirio Silva a 14 de Novembro de 2008 às 22:35
Desculpe a intromissão, mas é para um... Convite. Dê a sua opinião sobre a avaliação dos professores. Diz que é uma espécie de inquérito. (http://maquinaespeculativa.blogspot.com/)



De aluno de literatura a 15 de Novembro de 2008 às 01:23
Concordo que as manifestações feitas pela maioria dos alunos foi para boicotarem as aulas e claro muitos não sabiam o porque de se estarem a manifestar. Mas se cairmos no erro de generalizar a maioria dos estudantes como selvagens e de chamar instrumentalizados aos alunos chega a ser demais.
Eu fiz greve e penso que os meus motivos são mais do que nobres para tal. Porque me insurgi contra a arrogância e intransigência da ministra que insiste em não escutar os alunos e os professores. É muito fácil comentar, mas quem está dentro das escolas é que sabe as dificuldades deste novo estatuto do aluno, da avaliação dos professores e da sobrecarga de trabalho dos professores que estão constantemente em reuniões. Confesso-vos que na minha turma existe uma rapariga que sofre de um grave problema renal e devido aos medicamentos que toma para a sua doença deixo de crescer. Quando esta se encontra com crises e não pode ir a escola o que acontece sistematicamente ,mesmo justificando as faltas ira ter de fazer um exame e outras coisas sabe se lá o que ,esta situação encontra-se também com outros alunos da escola com outros problemas. E SABEM O PORQUE DESTA SITUAÇÃO? PORQUE NÃO EXISTE NENHUM ARTIGO NESTE NOVO ESTATUTO DO ALUNO QUE ABRA UMA EXCEPÇÃO PARA ALUNOS DE ENSINO ESPECIAL E ALIÁS COMO ACONTECE NA MAIORIA DAS ESCOLAS NEM EXISTE UM PROFESSOR DE ENSINO ESPECIAL.

Só falta dizer que somos todos comunas!


De lindjona a 15 de Novembro de 2008 às 22:16
Não é preciso gritar.
Seria bom informar-se melhor sobre o que diz o estatuto do aluno em relação à situação que refere. Se quiser eu posso explicar-lhe como é que a sua colega nunca irá ser prejudicada por faltar por questões de saúde.
Quanto ao direito à greve ele está consagrado na constituição e nem me passaria pela cabeça pô-lo em causa, mas é preciso sermos realistas............
Bom fim de semana.


De Porfirio Silva a 15 de Novembro de 2008 às 19:41
Avaliação: 1/4 de quilo de razão?

http://maquinaespeculativa.blogspot.com/2008/11/14-de-quilo-de-razo.html


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